May 13, 2012 - Uncategorized    No Comments

Virada Digital

A Virada Digital, em Paraty-RJ, é um laboratório. Um projeto iniciante, que deve persisitir até a Copa de 2014, no Brasil. Em 2013, o projeto segue de maneira itinerante, por várias capitais do Brasil.

Neste fim de semana, em Paraty-RJ, foram dados os primeiros passos da Virada Digital. Foram três dias de atividades de nivelamento. Entre empresas mostrando novos projetos, laboratórios universitários, projetos governamentais, coletivos de cultura digital e uma série de outros empreendimentos da área, houve muito diálogo que para alguns pode ter sido bastante cansativo e moroso, sem  muita intensidade ou profundidade, seja técnica ou política.

Entretanto, observando um pouco mais, fica claro apesar do perfil empreendor/empresarial do evento, que todas as falas fazem parte de um nivelamento necessário, para captar um pouco mais da massa que veio participar do evento em Paraty. Curiosos, estudantes, convidados e a população local como um todo veio aos hubs instalados em Paraty para participar, conhecer e interagir com o evento.

Interação é justamente um dos eixos principais do mesmo: Sustentabilidade, Inovação e Interatividade. Houve demonstrações de grupos científicos e acadêmicos com algumas tecnologias supostamente inovadoras, houve diversas falas sobre cultura digital e internet de modo geral, e uma ou outra ação mais espontânea e/ou intensa. Dentro da programação, as falas mais propositivas aconteceram no painel do sábado, com  Luis Perequê, Alfredo Manevy, Sérgio Amadeu, Marcelo Branco, Rodrigo Savazoni, Pablo Capilé e Cláudio Prado, com o tema “Paraty Século XXI”.

Havia uma tenda com computadores à disposição da comunidade, para o acesso à internet. As crianças foram bastante presentes nesse espaço, brincando e se familiarizando com a tecnologia. Foi um espaço que não ficou vazio e que ainda proporcionou alguns belos debates, como o de domingo de manhã: “Cultura Digital Indígena”.

No site oficial do evento, era possível acompanhar as atividades no palco principal do “Hub Estrela” pela internet, em um link de transmissão ao vivo. O problema é que esse palco concentrou as atenções e privilegio alguns debates que aos olhos mais perceptivos eram demasiado vazios e ultrapassados, o que muitas vezes não era a percepção geral, que parecia sempre interessada e participativa em todas as falas.

Por outro lado, eventos mais propositivos e intensos como a ocupação do Ônibus Hacker, que estacionou ao lado do Hub Estrela com ações práticas e oficinas, como oficina de estêncil, rádios livres, tv pirata, oficina de projetos de lei entre outros. Novamente, um debate precioso e importante como o “Cultura Digital Indígena” ficou em “segundo plano”, no domingo pela manhã, longe do “Hub Estrela.”

Ônibus Hacker

Ônibus Hacker

E aí vem alguns questionamentos: é mais importante debater tecnologias ultrapassadas como sensores de movimento corporal, ou discutir a temática da inclusão digital de populações indígenas? Na medida em que os dias passaram ficou claro que o evento é um evento de perfil empresarial e/ou governamental, com uma pitada de provocações e propositismo, que partiu principalmente de alguns convidados e participantes independentes do evento, como a própria Transparência Hacker e o Circuito Fora do Eixo, que engrossaram o caldo com falas mais politizadas e provocativas, sempre em contrapontos importantes.

A Virada Digital prometeu melhorar a internet local e trouxe de fato um cabo de fibra ótima à Paraty, fato louvado pelos próprios moradores locais, como Silvia Miguez, dona do agradabilíssimo restaurante Flor do Rio, que sinalizou positivamente com o evento e com a melhoria da internet. Segundo a organização da Virada, o evento contou com um link de 100MB, e fala-se que seja mantido um link de 50MB para a cidade após o término do evento.

Hub Estrela

Hub Estrela

Paraty é uma bela cidade turística que merece um evento desses. Na verdade, o que fica de entendimento é que esse tipo de evento é válido em qualquer cidade que tenha carência de tecnologia, inovação, debates e propostas políticas de inclusão, e que merecia ser amplificado e levado a vários lugares.

Se por um lado em capitais e grandes cidades um evento como esse teria uma ocupação claramente maior, em cidades menores e afastadas dos grandes centros urbanos existe uma demanda completamente válida e que deve ser suprida e contemplada.

May 7, 2012 - Ativismo, Dharma, Music, Politics    No Comments

Tudo deve cessar

BAD RELIGION – CEASE

Intro (Cm Bb Ab G7 / Cm Bb Ab G7 / Cm Bb G )

Cm            Bb              Ab      Eb Eb/D
Blacktop pavement cover me
             Cm                                   F
Like a chemical reaction or a steam roller
  Ab                    Bb
Spreading randomly

             Cm            Bb                    Ab        Eb
There’s a distant buzz and a low frequency
    Cm            Bb                 Ab              Eb
It tickles my ear, rumbles under my feet
           Fm                                     Ab      Bb
And it shakes the leaves off of every tree
Ab   Eb   Bb
(vio – len – tly)

        Cm                  Bb               Fm
What pretension! Everlasting peace
F Bb G        G#º (Intro)
Everything must cease

Cm  Bb      Ab        Eb Eb/D
Institution on the Hill
            Cm                                        F
Like a beacon in the mind of an ancestor
Ab                          Bb
To ignite a people’s will

                 Cm             Bb                Ab      Eb
There’s a shadowed stain on the west facade
           Cm              Bb            Ab                  Eb
It has spread like decay to enshroud the fraud
                F                                 Ab       Bb
And the descendants find it, oh, so odd
 Ab Eb Bb
(oh, so odd)
          Cm                Bb                Fm
What pretension! Everlasting peace
F Bb G         G#º (Intro)
Everything must cease

Cm             Bb       Ab               Eb Eb/D
Grave memorial hewn white stone
                Cm                                  F
Like the comforting caress of a mother
Ab                                Bb
Or a friend you’ve always known

    Cm                Bb               Ab       Eb
It evokes such pain and significance
   Cm                      Bb               Ab             Eb
What was once, is reduced to remembrance
                  Fm                                      Ab       Bb
And the generations pass without recompense

Ab  Eb  Bb
(oooohhhhh)

          Cm                Bb                Fm
What pretension! Everlasting peace
F Bb G         G#º (Intro)
Everything must cease

Tradução

Pavimento de asfalto me cubra
Como uma reação química ou um rolo compressor
Espalhando aleatoriamente

Há um zumbido distante e uma baixa freqüência
Ele coça em meu ouvido, ronca debaixo dos meus pés
E sacode as folhas fora de cada árvore (violentamente)
Que pretensão: paz eterna!
Tudo deve cessar

Instituto na Colina
Como um farol na mente de um ancestral
Para inflamar a vontade de um povo

Há uma mancha sombria na fachada oeste
Ela se espalhou como decadência para amortalhar a fraude
E os descendentes acham tão estranho (oh, tão estranho)

Que pretensão: paz eterna!
Tudo deve cessar

Memorial do túmulo em pedra branca lavrada
Como a carícia reconfortante de uma mãe
Ou um amigo que você conheceu a vida inteira

Ela evoca tanta dor e significado
O que um dia foi, é reduzido à lembrança
E as gerações passam sem significado
Que pretensão: paz eterna!
Tudo deve cessar

Você gosta de comer insetos?

Bem, existe em diversas culturas o hábito de comer insetos, como parte da dieta alimentar. O vídeo abaixo mostra um pessoal na Tailândia provando alguns grilos a gafanhotos, tem até uma daquelas baratas cascudas. Até aí, tudo bem. Nós somos livres para fazer o que bem entendermos, independente de causar mal ou bem a terceiros.

Convenhamos que na cultura ocidental em geral, insetos não fazem parte do nosso cardápio. Temos inclusive uma inclinação a achar essa prática um tanto nojenta.  Então, uma coisa é você comer insetos porque quer.  Outra coisa é consumir insetos sem saber que está consumindo. “Mas e daí? O que é que eu tenho a ver com isso? Nunca comi insetos.

Tem certeza? Bem, e se eu disser que não pára por aí? Que para as mulheres, diversos produtos de beleza também podem estar cheios de insetos?
Vamos tentar explicar então. Existem duas formas de produzir corantes, estabilizantes, acidulantes, etc. Uma, é a artificial, manipulando componentes químicos em laboratório, à partir de derivados de petróleo, principalmente. Qual o problema aí? Esses derivados normalmente são tóxicos e acabam muitas vezes tendo efeitos cancerígenos no organismo. Não é à toa que vivemos na geração do câncer, viu? Aliás, indústria essa que ri com os bolsos cheios de dinheiro: hospitais, clínicas de exame, farmácias, fabricantes de remédios, etc.
A segunda forma, é extraindo diretamente de componentes da natureza. Vamos pegar o exemplo que interessa a esse post, então. Existe um corante avermelhado muito comumente utilizado pela indústria mundial, e que pode ser encontrado na natureza. Sabe onde encontrar esse corante? Em um inseto que mede de 2 a 5 milímetros. Um pequeno pulgão ou besouro, conhecido como cochonilha, pode ser esmagado para produzir esse corante “natural”.
Cochonilha

Cochonilha



A indústria catalogou o mesmo com alguns “nomes bonitos” para camuflar a sua origem bizarra: “Vermelho 4″, “Vermelho 3″, “Vermelho 40″, “INS 120″, “Carmim”, “Cochineal”, “Ácido carmínico”, “Corante natural carmim de Cochonilha”, “Corante C.I”, “Corante ou Colorizante E120″. Em cosméticos, pode aparecer como “CI 75470″. Quer ver como se produz esse corante? Veja no vídeo abaixo:


Quer descobrir se o suco, iogurte ou refrigerante que você toma, se o esmalte com o qual você pinta as unhas, se a geleia ou gelatina que você come está cheio de uma sopa de insetos? É simples. Basta olhar os ingredientes do produto e ver se algum dos nomes acima consta.
Se você não se incomodar com o fato de ser necessário utilizar as vidas de 150.000 insetos para produzir 1Kg de corante cochonilha, ou se você não se incomodar simplesmente com o fato de consumir insetos mortos triturados em grande quantidade, continue adquirindo esses produtos.
Se você se incomodar, se informe! Vá atrás, descubra se essas informações são verdade ou não. Mas não espere ver nada disso no Jornal Nacional, na National Geographic, na Super Interessante. As grandes mídias são extensões das grandes corporações, e muito dificilmente liberam notícias que possam vir a fazer a venda de qualquer produto sofrer perdas.
E aqui no Brasil,  a ANVISA – Associação Nacional da Vigilância Sanitária está de acordo com isso, viu? Não fique de braços cruzados esperando que “no dia que o governo descobrir isso, estão fritos!”. Aqui, eles já sabem e corroboram o fato, legitimando a utilização na indústria.
Bem, qual a desculpa para se usar então esse tipo de prática? Bem, é barato, é um recurso renovável e inesgotável, com o custo dos bilhões de vidas desses insetos. Os derivados de petróleo, artificiais, são cancerígenos e alergênicos. Não que a cochonilha não o seja. Cancerígeno não é, devido à sua origem natural. Alergênico é, e a exposição durante longos períodos é perigosa, ao longo dos anos. Pode causar hiperatividade e também problemas respiratórios, principalmente em crianças. Isso o natural.
A pergunta que deixo é: será que precisamos dessa palhaçada de cores para encontrar a felicidade? Já não basta os estímulos que temos naturalmente? É preciso que o Iogurte seja rosa para se tornar saboroso?
A ignorância é uma bênção, a compreensão é sublime. Se você ultrapassar o limite da ignorância, não tem como voltar atrás. E você tem que assumir a responsabilidade pelos seus atos. Seja consciente. Viva em paz e harmonia.

Links de referência:
Mar 31, 2012 - Music    No Comments

Tenacious D – To be the best

À partir dos 4:25 desse vídeo, a música "To be the best".
From 4:25, the song "To be the best".

Tenacious D - To be the best

Am
To be the best we got to pass the test
						    E
We got to make it all the way to the top of the mountain
		Am
We can do it again
Am											E
To feel the high we got to learn to fly we got to take it to the sky on the wings of an eagle
			Am
You're the best in the world
Am			G
You are the best but you say you don't know
Am			G
You got the touch now come on let it show
Am			G			Am
You call the shots but you know you that got to believe in
			  E
The things that you're dreamming
		  G
You're so full of meaning
	D/F#
Is very (?)ing
 	     F			C
The power of D is what you are feeling
	B7
You got to (?)

And do simply the best

Nov 6, 2011 - Cruzeiro    No Comments

Carta ao Cruzeiro Esporte Clube

Cruzeiro

Cruzeiro

Nem parece que escrevo para outro Cruzeirense. Talvez não seja o caso. Minha intenção é que essa carte chegue a todos os trabalhadores e funcionários do Cruzeiro Esporte Clube. Falando sobre o que sinto como Cruzeirense, penso que é chegado o momento de parar de agir como se nada estivesse errado. A impressão que tenho ao ver os jogos do cruzeiro, é a de que o time ainda pensa que é aquele do início do ano, quando jogava fácil e bastava tocar a bola de um lado para o outro que eventualmente os gols aconteceriam e a vitória estaria garantida.

É necessário acordar! Aquilo está no passado, e por causa exatamente desse sentimento que gerou a acomodação e a presunção, nós fomos ridiculamente eliminados, com aquele que era o time mais forte que já tivemos para uma Libertadores desde 97. Durante o período em “cima do muro” do Perrella, ficou evidente que o clube como um todo ficou à deriva, e todos ficavam a transferir a responsabilidade para o próximo, esperando que ou outro técnico fosse resolver, um outro jogador fosse resolver.

É triste, mas este Cruzeiro revelou-se frágil e mimado. É um absurdo um jogador sem técnica como W9 sequer vestir a camisa do Cruzeiro. É um absurdo richas pessoais entre jogadores do nível de Roger e Gilberto terem mais peso dentro de campo do que o trabalho. É um absurdo um time como o nosso, que manteve o bom – porém não perfeito – Adilson Batista por três anos, ter 4 técnicos durante um mesmo Brasileirão. É um absurdo que o Fábio seja o capitão do time há tanto tempo.

A nossa nação ama o Fábio e ele tem muito crédito e toda a nossa confiança dentro do campo. Mas um capitão tem que ser igual o Dunga em seus tempos de jogador de campo. Tem que orientar e ter moral para chamar a responsabilidade e despertar os companheiros em momentos difíceis. Tem que dar bronca, e tem que elogiar. Tem que dialogar e pressionar o árbitro quando necessário. Como se espera que o Fábio possa fazer isso lá da pequena área durante os 90 minutos? É ridículo que o time que dificilmente mantém mais de um homem de alta estatura na área dependa tão ridiculamente de bolas alçadas na área insistentemente ao longo dos últimos anos? É intolerável, companheiros Cruzeirenses. E é essa lástima que nos levará a depender, que os céus nos livrem, de um embate direto com nosso rival na última rodada, valendo a nossa permanência ou não na primeira divisão.

Não que eu duvide do brio do Cruzeiro, mas DESTE Cruzeiro, já nada mais me surpreende. Portanto, apesar de não desejar nunca pensar nisso, e preferir ficar sonhando feito criança, imaginando que o Cruzeiro é um time intocável e de áurea limpa, por jamais ter disputado outra série senão a série A, é um mal necessário. É sim uma possibilidade ter que disputar uma temporada – ou mais, se os ânimos permanecerem como estão – na série B.

Isso deve ser encarado como uma realidade e com grande temor, com raiva. Penso sim, que os jogadores que hoje vestem nossa camisa, salvo poucas exceções, estão mais interessados em seus contra cheques do que em jogar o futebol pelo simples prazer e pela arte. E por causa do ego e da falta de entrega, o time não é coeso, não aparenta respeito, não se cobra e não tem e não terá resultados. E podem culpar um ou outro jogador, um técnico, um esquema tático. É mais fácil. Mas isso só nos coloca no muro das lamentações, aguardando amargurar um desnecessário ano na série B, mas que talvez nos dê alguma lição de humildade, para que possamos voltar a ganhar títulos respeitáveis ainda nesta década. Com sincero pesar e um coração machucado, sigo confiante de que a história do Cruzeiro é muito maior do que este ano de 2011, mas este ano, se a postura de todos neste clube não mudar – e isso inclui nossa torcida -, deixará uma mancha inesquecível nas paginas heróicas imortais.

Oct 7, 2011 - Uncategorized    No Comments

12 de outubro

Em meio à crises e manifestações no mundo inteiro, passeatas, protestos e ocupação de espaços públicos, em vias do I Forum da Internet no Brasil, às portas do místico ano de 2012, das proficias Maias sobre mudanças globais, recebo de minha própria mãe um e-mail repassado com a seguinte mensagem:

Povo

Povo

12 de Outubro – 15:00 horas – Av. Paulista – MASP
Um milhão de pessoas na Avenida Paulista

Pela demissão de toda a classe política!
Avise seus amigos!
Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra o mau político, e contra a degradação da nação está começando.

Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm acontecido, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos próprios filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer tudo o que for preciso, para mudar o rumo deste abuso.
Todos os ”governantes” do Brasil até aqui, falam em cortes de despesas – mas não dizem quais despesas – mas, querem o aumentos de impostos como se não fôssemos o campeão mundial em impostos.
Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, 14º e 15º salários etc.) dos poderes da República;
2. Redução do número de deputados da Câmara Federal, e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países sérios. Acabar com as mordomias na Câmara, Senado e Ministérios, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do povo;
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de reais/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Acabar com o Senado e com as Câmara Estaduais, que só servem aos seus membros e aos seus familiares. O que é que faz mesmo uma Assembleia Legislativa (Câmara Estadual)?
6. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? E como não são verificados como podem ser auditados?
7. Redução drástica das Câmaras Municipais e das Assembléias Estaduais, se não for possível acabar com elas.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas atividades; Aliás, 2 partidos apenas como os EUA e outros países adiantados, seria mais que
suficiente.
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc.., das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
10. Acabar com os motoristas particulares 24 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias… para servir suas excelências, filhos e famílias e até, as ex-famílias…
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.;
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados e respectivas estadias em em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes;
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós que nunca estão no local de trabalho). HÁ QUADROS (diretores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE CONSULTORIAS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES….;
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir aos apadrinhados do poder – há hospitais de cidades com mais administradores que pessoal administrativo…pertencentes Às oligarquias locais do partido no poder…
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;
17. Acabar com as várias aposentadorias por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo LEGISLATIVO.
18. Pedir o pagamento da devolução dos milhões dos empréstimos compulsórios confiscados dos contribuintes, e pagamento IMEDIATO DOS PRECATÓRIOS judiciais;
19. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os ladrões que fizeram fortunas e adquiriram patrimônios de forma indevida e à custa do contribuinte,
manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente “legais”, sem controle, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efetivamente dela precisam;
20. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efetivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;
21. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
22. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu patrimônio antes e depois.
23. Pôr os Bancos pagando impostos e, atendendo a todos nos horários do comércio e da indústria.
24. Proibir repasses de verbas para todas e quaisquer ONGs.
25. Fazer uma devassa nas contas do MST e similares, bem como no PT e demais partidos políticos.
26. REVER imediatamente a situação dos Aposentados Federais, Estaduais e Municipais, que precisam muito mais que estes que vivem às custas dos brasileilros trabalhadores e, dos Próprios Aposentados.
27. REVER as indenizações milionárias pagas indevidamente aos “perseguidos políticos” (guerrilheiros).
28. AUDITORIA sobre o perdão de dívidas que o Brasil concedeu a outros países.
29. Acabar com as mordomias (que são abusivas) da aposentadoria do Presidente da Republica, após um mandato, nós temos que trabalhar 35 anos e não temos direito a carro, combustivel, segurança ,etc.
30. Acabar com o direito do prisioneiro receber mais do que o salario mínimo por filho menor, e, se ele morrer, ainda fica esse beneficio para a família. O prisioneiro deve trabalhar para receber algum benefício, e deveria indenizar a família que ele prejudicou.
31. Rever verbas para UNE e outras entidades estudantis que, atualmente, só aplaudem o governo.
32. Acabar com as propagandas do governo na televisão e rádio, que são caríssimas e recheadas de mentiras. (Eu mesmo tenho 1 amiga, atriz, que foi paga para mentir na tv, numa propaganda sobre a saúde pública).

33. Regularizar e garantir a liberdade da internet e dos meios de comunicação livres.

34. Propor modelos de trabalho semelhantes aos de países como a Suécia, onde os políticos e cargos públicos nãorecebem salário para desempenhar tais funções.

Ao “povo”, pede-se o reencaminhamento desta mensagem.


Se tiver mais algum item, favor acrescentar.


”O QUE ME INCOMODA NÃO É O GRITO DOS MAUS, E SIM, O SILÊNCIO DOS BONS”(Martin Luther King)

Quando? 12 de Outubro – 15:00 horas

Onde? Av. Paulista – MASP – São Paulo
O quê? Um milhão de pessoas na Avenida Paulista pela demissão de toda a classe política !!!”


Avise a todos!!!

Eu vou!!!

#OcupeAsRuas #OcupeOBrasil #OcupeAInternet #AssumaAResponsabilidade #AssumaOPoder

Sep 5, 2011 - Ativismo, Politics    No Comments

H A C K E A R T E

Hackearte

Hackearte

Hackearte. Hackear-te. Hack e arte. De acordo com Richard Stallman, em “Revolution OS”, o “hackers são pessoas que adoram brincadeiras inteligentes”. Eu diria também que são pessoas zombeteiras que gostam de subverter a ordem das coisas de maneira inteligente e elegante, muitas vezes com o simples intuito de mostrar outras perspectivas aos outros. Quebrar dogmas e visões limitadas das pessoas através dessas brincadeiras.

Nos encontramos em um caldeirão efervecente de disputas por meios de produção e pelo modelo de sociedade, no qual a máquina do sistema é colocada contra a parede e o povo começa a se questionar se é realmente necessário que a medida da felicidade seja baseada em acúmulo de bens e posses. Em pauta, no Brasil, as questões de sempre: miséria, fome, saúde, segurança, educação. Mas há algo de diferente no ar. Apareceu uma variável nova nessa equação, que pode colocar por terra as teorias vigentes e transformar a realidade de uma maneira nunca antes imaginada.

A tecnologia dos computadores pessoais aliada à comunicação veloz através da rede mundial de computadores, a internet, tem permitido junto com outras ferramentas da tecnologia, como aparelhos celulares, software livre, redes sociais e etc, uma grande transformação do perfil do povo. Através da popularização dessa tecnologia, o povo tem tido voz, tem tido acesso a conteúdos que antes não tinha acesso. Hoje, moradores de favelas brasileiras conectadas a pontos distantes do outro lado do globo consumindo um mesmo tipo de entretenimento, entretenimento esse que muitas vezes é fruto produzido através dessa nova tecnologia e nem sequer é parte da programação dos meios comuns de informação, como televisão, rádio, jornal, etc.

O que acontece, então? Nas mídias tradicionais, o modelo de produção em vigência, do lucro, do capitalismo das linhas de produção, etc., acabou por controlar o conteúdo exibido para a população e mais, a informação tem, via de regra, um sentido único. Das empresas, para o povo. Na internet, o que vemos é o contrário. Não há uma única fonte de informações e conteúdo, senão a própria rede que agrega produtores de conteúdo seja a nível de indivíduos, de poder público ou privado, um coletivo de entidades interagindo de maneira frenética, produzindo e consumindo conteúdo a uma velocidade impressionante.

Talvez essa velocidade seja fruto dos anos e anos presos a esse modelo de disseminação de informação unilateral. E agora, através da internet, com esse canal bilateral de produção e consumo, as pessoas estão liberando esse desejo latente reprimido durante anos de falar, ao invés de apenas ouvir.

Mas o modelo que reproduzimos continua o mesmo, ainda há grandes forças operando no nosso sistema, no nosso modo de vida. Essas mesmas forças vêem nessa ebulição da internet uma oportunidade, uma chance de controlar a infraestrutura que permite o acesso a rede, capitalizando e gerando o lucro, o acúmulo de bens, e reproduzindo e mantendo esse modelo arcaico e desgastado. Pior, essa grande produção, o poder de fala que o povo tem aprendido a ter através da internet, assusta e causa medo às grandes corporações e poderes que dependem da ignorãncia e do comportamento alienado, blasé, da população, de modo que possam governar, mandar e tomar decisões dentro de nações e estados, que tenham como maiores beneficiários, as próprias instituições e corporações e poderes oligárquicos que esperam manter o modelo do acúmulo de bens em vigência.

Atualmente, vemos esses embates se dando diariamente no mundo, e no Brasil não é diferente. Em feiras, festivais, marchas, no Congresso, no Senado, nas instituições privadas, uma série de assuntos está em voga: revisão da lei dos direitos autorais, ECAD, Creative Commons, Software Livre, políticas públicas para a implantação do Plano Nacional de Banda Larga, retrocessos no Ministério da Cultura, Marco Civil da Internet, etc., apenas para citar alguns.

E ao que me parece, estamos em disputa pelos meios de produção. A nova variável nessa equação toda, que pode ter um papel fundamental na percepção e construção de uma nova realidade, está em pauta. Os grandes oligarquistas temem perder seu poder por culpa da internet, e vêem na oportunidade de exercer o controle sobre ela a chance de fazer dinheiro, bem como manter sobre seu controle o conteúdo da mesma. O povo por outro lado, percebeu que as políticas que vinham sendo construídas com relação a essa variável, através do diálogo com o poder público no governo Lula, bem como no Ministério da Cultura durante a gestão Juca/Gil, podem ser mantidas e ampliadas, garantindo ao povo o poder e o controle sobre essa variável.

E qual a importância do resultado dessa luta pela internet? É simples. Caminhamos para um momento em que a educação se aproxima e se mistura invariavelmente com a tecnologia, a cultura, o esporte. É através dessas ferramentas sociais que construiremos um Brasil com educação para todos amanhã. É impossível ignorar que as novas tecnologias transformaram nossa realidade e que o povo está se empoderando dessas ferramentas preciosas, e agora não tem condições de abdicar da autonomia de usar essas ferramentas com liberdade.

A importância em garantir que mantenhamos o povo com o controle das decisões sobre os rumos e  liberdade regulamentações da internet, garantindo um mercado competitivo para o provimento de internet, garantindo banda larga de qualidade a preços acessíveis para toda a população, inclusive a de baixa renda, é que acreditamos que é nessa variável que encontra-se a resposta para um novo horizonte na educação desse país.

É nesse momento que os profissionais da tecnologia e que tradicionalmente, salvo os defensores do software livre, são uma classe pouco articulada politicamente, se aproxima das classes politizadas que necessitam dessa tecnologia e que tem o poder para lutar pelas causas populares. É nesse casamento que acreditamos estar a chave para dias melhores, para vitórias em batalhas contra o modelo de produção atual, opressor e minimalista, no qual cada cidadão é nada mais que matéria prima para manter a grande máquina do Estado e das corporações acesa e produzindo todos os seus resíduos poluentes tóxicos para produção de seres humanos alienados e conformados com uma realidade disfarçadamente imposta.

É nesse momento que a arte se manifesta através da tecnologia criando novas formas para o criar, produzindo novos meios de produzir e gerando novos modos de gerar. Conhecer a tecnologia e dominar a tecnologia é um processo inevitável e que não tem volta. Vamos subverter a ordem desse meio de vida estagnado e manipulado que nos está sendo empurrado goela abaixo há anos desde os dias na escola. Vamos produzir novas formas de mudar o comportamento inerte das pessoas e despertar para a mudança.

Vamos produzir, gerar e criar  felicidade, ao invés de produtos. E que seja a arte a nossa linguagem, que seja a cultura o nosso comporotamento, que seja a tecnologia a nossa ferramenta, e que seja a educação o nosso objetivo!

No Impact Man

Acabo de assistir ao filme “No Impact Man”, que retrata uma experiência realizada na cidade de New York, dos Estados Unidos.

Colin Beavan decide passar o período de um ano, junto com sua esposa e filha, tentando modificar sua vida e não produzir danos ou gastos ambientais desnecessários. A experiência é uma aventura filosófica para a família, que tem sempre a imagem do ativo Colin, da inocente filha de 2 anos Isabella, e do contra ponto maior do filme, a esposa Michelle.

No impact man

No impact man

O projeto pode ser considerado um sucesso, na medida em que é um fato que multiplicou uma ideia e mudou a vida de muitas outras pessoas, no mínimo ativando uma dúvida, uma indignação, incitando um diálogo.

Eis o link do blog em atividade: http://noimpactman.typepad.com/

No princípio, a ideia é parar de produzir lixo, comprar coisas novas, parar de usar meios de transporte poluentes, largar a energia elétrica, consumir alimentos produzidos localmente, etc.

No fim, acabamos com uma família totalmente diferente, que descobre que quando pulamos fora do trem frenético do modelo de vida moderno, pautado no consumismo e nas mídias tradicionais, há espaço para os relacionamentos, para o respeito, para a consciência coletiva e para a vida, em todos os seus âmbitos.

Bike riding

Bike riding

O cara ensina a reutilizar e tratar o lixo orgânico em casa, incentiva o uso de bicicletas como meio de transporte, a prática da culinária e do vegetarianismo, como criar materiais de limpeza sustentáveis e limpos em casa, e uma série de outras ações que podem ter contribuição significativa para um mundo melhor.

Tomatoes

Tomatoes

E ele acaba através desse laboratório descobrindo uma série de outras coisas muito coerentes. O que eu acho interessante é que ele é meio que alguém que simplesmente se indignou com o problema geral da sustentabilidade ambiental e resolveu tomar uma atitude pessoal extrema. Ele não era um ativista super bem informado sobre as práticas ambientais atuais e que já era vegetariano há anos e que já fazia parte de cooperativas ambientais.

Ele era um escritor que teve uma ideia e colocou em prática, e com essa prática, começou a atingir a compreensão dessas ideias mais tradicionais dos ativistas. Isso fica claro no impacto que a experiência causou em sua esposa, que estava sempre um passo atrás dele e que a cada passo ia compreendendo melhor a motivação dele e percebendo como era um exemplo da americana moderna, e como ela muda por conta desse processo, percebendo uma série de coisas fundamentais que há muito já havia esquecido.

O torrent do filme: http://www.thepirateschest.net/attachments/documentaries-bt/14944d1263768526-no-impact-man-2009-limited-docu-dvdrip-xvid-nodlabs-demonoid.com-no_impact_man_2009_limited_docu_dvdrip_xvid_nodlabs_6583740.4888.torrent

Legenda em espanhol: http://www.opensubtitles.org/pt/subtitleserve/sub/3695725

legenda em inglês: http://www.opensubtitles.org/pt/subtitleserve/sub/3625814

Até a próxima!

Por que?

Já faz um tempo que eu parei de comer carne. Não conto, nem me preocupo em ficar contando quanto tempo faz. Mas já me disseram que faz mais de ano. Vinha sentindo um abuso naquele pedaço macento de comida. Uma agonia enquanto cerrava meus dentes naquele chiclete que, rara e vagamente refletia eu, havia sido parte de um ser vivo.

Eu vinha notando como minha alimentação estava deliberadamente condicionada à salsicha, hamburguer, empanados de frango, presunto, kibe. Peito de frango e carne de sol. Eventuais rodízios de carne que me deixavam exausto e inxado, desconfortável, com a sensação plena do pecado da gula.

E minha família tem uma saúde de ferro, para não dizer o contrário. Pela família da minha mãe, problemas cardíacos não faltam. Pressão alta, culminando em pontes de safena e angioplastias, arritmias, taquicardia. Minha mãe recentemente fez a terceira angioplastia e dessa vez colocou três stents, cada um a um singelo preço de R$13.000,00. Meu pai, querido, convaleceu diante do câncer. Um tumor no cérebro do implacável poeta zen nordestino, autor da letra do hino “Último pau-de-arara”, espalhou-se pelo corpo em uma avassaladora metástase, em meados da década de 90. Eu não quero ser mais um nas estatísticas médicas da minha família.

Meatskull

Meatskull. Is meat cool? So eat it!

Sou um homem que se gaba de não ter vícios, de não ter nada que o domine, nada que o faça falta, nada que não possa parar de fazer. E como parte desse tesão pelo desafio, me propus a parar de comer carne. Claro, isso somado à minha educação holística por conta de uma mãe xamã e um pai monge zen budista que por anos praticaram a macrobiótica, um padrinho defensor do meio ambiente e que largou a carne e derivados animais há mais de 30 anos, e um senso natural de justiça e compaixão pelos animais.

Á partir de então, tenho me sentido bem. Satisfeito por saber que fiz a minha parte e parei de contribuir pessoalmente com a indústria dos alimentos animais. E consequentemente, tenho me interessado cada vez mais em me educar e capacitar sobre essa decisão que tomei de maneira despreocupada e  até ingênua, mas que tem me retornado absurdos de satisfação e gratidão.

Com uma simples decisão, me tornei, sem saber, pretender nem perceber, um agente transformador, um agente indignador, um reprodutor de uma ideia. Sem saber, me tornei uma pulga atrás da orelha, um motivo para trazer essa discussão aos lares das pessoas do meu ciclo de amizade.

E como era grande a minha ignorância. Porque eu não tinha nem metade da ciência e compreensão do que eu agora tenho após o início da minha capacitação. Estou estudando, bebendo filosofia, compreendendo todos os reflexos que estão por trás do simples ato de dar uma garfada num “belo” pedaço de picanha. Belo entre aspas, porque na verdade, não tem nada de belo, senão de nefasto. Afinal, nada mais  é que um pedaço de carne de boi morta que foi congelada e transportada, cortada, espetada e colocada para queimar sobre o carvão em brasa e que veio parar no seu prato.

Mas por algum motivo, que agora começa a ficar claro para mim, acabamos replicando uma série de mitos sem nem saber o porque, nem questionar suas origens. Afinal de contas, “você morre se não comer carne”, “onde é que você vai ter proteínas?”, “hamburguer é gostoso”, “carne é saudável”, “animais não sofrem”, “peixes não sentem dor”, “mas nem carne branca?”, “nem peixes e frutos do mar”?

Meus caros. A decisão de parar de comer carne é tão ampla que é difícil sequer saber como começar a argumentar. Ela passa por compaixão, especicismo, questões ambientais, economia, política, filosofia, espiritualidade, saúde, paladar, direitos animais, entre outros.

Esse post é para reafirmar meu prazer em ter tomado essa decisão, que a cada dia que passa, me traz mais alegrias e prazer em saber que um simples gesto meu, tem me tornado absurdamente menos hipócrita e menos prejudicial à saúde do planeta e , à minha saúde, e às geraçoes futuras. De agora em diante, vou começar a colocar mais postagens sobre o tema aqui, de modo que eu possa compartilhar minha experiência com vocês.

Nada de sobrenatural, compartilhar impressões sobre filmes que tenho assistido, diálogos que tenho tido, e tentar fazer a minha parte para tentar partilhar dessas informações que não sabemos que existem, ou quando sabemos, fingimos nã vê-las, ou quando elas se põe diante de nós, tememos ouví-las, pelo simples fato de que isso pode significar uma mudança em nós da qual nós temos medo, por não saber no que isso resultará.

Obrigado!

[]‘s

Jun 24, 2011 - Cruzeiro    1 Comment

Títulos dos clubes brasileiros

Amigos leitores. O post de hoje é inspirado em uma curiosidade. Qual o melhor time do Brasil? Como se mede isso? Administração, estrutura, capital, títulos, idade, torcida?

Bem, hoje falarei de títulos. Afinal de contas, acredito que são os títulos que representam o clube. Não adianta nadar nadar e morrer na praia, sem títulos. Tomei a liberdade de, com o auxílio da Wikipedia e suas informações razoavelmente confiáveis, montar uma tabela para fazer um panorama atual dos títulos dos maiores clubes do país.

Os títulos levados em consideração foram os títulos de campeão Estadual, da Copa do Brasil, do Campeonato Brasileiro, da Libertadores da América e do Mundial Interclubes.

Os clubes levados em consideração foram:

Títulos dos clubes brasileiros

Atlético

MG

Botafogo

Corinthians

Cruzeiro

Flamengo

Fluminense

Grêmio

Internacional

Palmeiras

Santos

São Paulo

Vasco da Gama

Estadual

40

19

26

36

32

30

36

40

22

19

21

22

Brasileiro

1

2

4

2

5

3

2

3

8

8

6

4

Copa do Brasil

0

0

3

4

2

1

4

1

1

1

0

1

Libertadores

0

0

0

2

1

0

2

2

1

3

3

1

Mundial

0

0

1

0

0

0

1

1

0

2

1

0

Na ordem de número de vezes que conquistou a taça, temos, para cada torneio:

Campeonato Brasileiro

Taça do Campeonato Brasileiro

Taça do Campeonato Brasileiro

Atlético Mineiro com 1, Botafogo, Cruzeiro e Grêmio com 2, Fluminense e Internacional com 3, Corinthians e Vasco com 4, Flamengo com 5, São Paulo com 6, Palmeiras e Santos com 8.

Copa do Brasil

Taça da Copa do Brasil

Taça da Copa do Brasil

Fluminense, Internacional, Palmeiras, Santos e Vasco com 1, Flamengo com 2, Corinthians com 3, Cruzeiro e Grêmio com 4 cada.

Libertadores da América

Taça Libertadores da América

Taça Libertadores da América

Flamengo, Palmeiras e Vasco com 1,  Cruzeiro, Grêmio, Internacional com 2, Santos e São Paulo com 3 cada.

Mundial

Taça Mundial Interclubes

Taça Mundial de Clubes

Corinthians, Grêmio, Internacional e São Paulo com 1e o Santos com 2.

Notem que tomei a liberdade de desconsiderar os títulos estaduais, pois não me parece que possam auxiliar em qualquer métrica. Cruzeiro e Atlético Mineiro dividem praticamente sozinhos os títulos de Minas, assim como Inter e Grêmio são também soberanos no Rio Grande do Sul. Já em São Paulo, por exemplo, há mais grandes times para disputar o estadual e no fim das contas é sempre uma divisão que não apresenta grande favoritismo específico.

Então, acredito que à partir dessas premissas, em número de títulos, podemos definir a grandeza dos clubes. Claro que nada deve ser exagerado e interpretado cegamente à partir de meros números. Devemos ter tudo em perspectiva, como por exemplo os títulos do Santos, demasiadamente ligados ao time eternizado com Pelé.

Bem, campeonatos brasileiros todos esses clubes já tem. Alguns tem mais, outros tem menos. Alguns desses títulos foram conquistados em épocas com uma competitividade muito menor, quando se jogavam apenas dois ou três jogos para definição de título. Comparando com hoje, por exemplo, ser campeão brasileiro tem muito mais significado.

Os estaduais, não servem para constatação de muita coisa. Deixemo-los de lado.

A Copa do Brasil exclui Atlético, Botafogo e São Paulo, tendo o Cruzeiro e o Grêmio como maiores vencedores da Taça.

Não possuem a Libertadores Atlético e Botafogo novamente, mas também o Fluminense e o Corinthians, tendo o Santos e o São Paulo como maiores vencedores da Taça.

Já o Mundial, não o possuem Atlético e Botafogo – que surpresa – , Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Palmeiras e Vasco da Gama. O Santos é o maior vencedor de Mundiais no Brasil.

Bem, diante disso, concluo que em termos de títulos, Santos, Grêmio e Internacional são os maiores vencedores brasileiros e devem ser respeitados como tal, pois possuem pelo menos uma taça de cada uma dessas competições.

Os menores clubes dentre esses são claramente Atlético e Botafogo, que possuem, dentre os títulos importantes, somente taças do Brasileiro e ainda assim, pode-se dizer que de duvidoso valor. O Fluminense corre por fora pois não possui nenhum dos títulos internacionais em questão.

Para finalizar, sugiro a seguinte avaliação. Utilizar de pesos para os títulos e pontuar os clubes. Façamos da seguinte forma:

  • Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro: 1 ponto;
  • Libertadores da América: 2 pontos;
  • Mundial: 3 pontos;

Assim, temos, em pontos, em ordem decrescente:

  1. Santos: 21
  2. São Paulo: 15
  3. Grêmio: 13
  4. Internacional: 11
  5. Palmeiras: 11
  6. Corinthians: 10
  7. Cruzeiro: 10
  8. Flamengo: 9
  9. Vasco: 7
  10. Fluminense: 4
  11. Botafogo: 2
  12. Atlético-MG: 1

Essa pontuação corrobora o que eu havia sugerido com relação aos maiores clubes, em termos de títulos, mas agora incluindo aí o São Paulo e o Palmeiras entre os maiores.

Eu, torcedor apaixonado, só posso torcer para que o Cruzeiro continue subindo os degraus para se aproximar cada vez mais do topo. Tudo a seu tempo. Hoje, futebol é administração e o Cruzeiro me tranquiliza para os anos vindouros pois tem elenco de base, contrata e vende bem, tem estrutura como poucos, etc.

Felizes são os clubes vencedores pois sabem que ainda há muitos títulos pela frente. Sou Cruzeirense feliz e apaixonado. Tenho certeza que viverei para ver e comemorar muitos títulos ainda, especialmente o Mundial!

Agora, por favor, torcedores do Atlético-MG, vulgarmente conhecidos como “frangas”, “galináceas” e etc., parem com essa hostória de querer rivalizar com o Cruzeiro. É uma disputa sem sentido. Não é porque somos do mesmo estado que temos que rivalizar. Rivaliza-se quando há equilíbrio nas disputas.

Um dia, quando vocês tiverem conquistado uma libertadores, pelo menos, a gente volta a conversar. Antes disso, não considero nenhuma rivalidade. Considero inveja, atrevimento. Fiquem quietos, vão jogar bola e tentar conquistar títulos importantes ao invés de ficar vestindo as camisas de outros times e torcendo para que eles consigam ganhar do Cruzeiro, coisa que vocês tem sérias dificuldades em fazer!

Um abraço caros leitores, perdoem qualquer informação errada em títulos, coloquem na conta das informações da Wikipedia e seu nível de veracidade e imparcialidade. Se eu errei alguma continha foi por culpa do sono e da conjutivite! Até a próxima!

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